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	<title>Comentários sobre: A nova &#8216;geração Y&#8217; - Muito potencial com poucos limites</title>
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	<description>Material, guia e resumos de estudo para Certificação Cisco CCNA 640-802 e CCNP.</description>
	<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 07:20:07 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Maurício Bento Ghem</title>
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		<dc:creator>Maurício Bento Ghem</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:25:47 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Pessoal,

Eu tive que colocar esta matéria no blog, pois por como estou me formando muito cedo (21 anos), e por ter colegas em situação similar, reconheço que parte do que é falado na matéria se aplica a mim. Por fazer uma faculdade onde o turno é quase integral, meu tempo de experiência profissional foi reduzido, por falta de horário para trabalhar. 

A parte da matéria que se aplica a mim é na ânsia do crescimento. Acredito que isso impulsiona as pessoas a fazerem um trabalho melhor, mas o que a matéria quer dizer é que isso está demasiadamente exagerado nesta geração.

Enfrentar o mercado é outra coisa. Existem pessoas que por estar nestas condições, não aguentam mesmo a pressão de ter um chefe cobrando por resultados, não sendo possível 'dar uma curva'. E na minha opinião, essa é a linha tênue entre o jovem e a empresa, que deve ser trabalhada por ambas as partes. O jovem deve entender o seu papel, e saber que o mercado é duro, e que dependendo da empresa em que está suas idéias inovadoras não terão valor! Em contrapartida, a empresa pode começar a buscar novas formas de cobrar o jovem por resultados, e quando aplicável, ouvir suas idéias.

Como sempre surge esse papo de inovação, idéias e tudo mais, empresas que aproveitam o potencial do jovem, além do que exerce em sua vaga, acabam ganhando. Mas, não é em todos os lugares que existe espaço para isso, é isso que devemos ter em mente (jovens).

Espero ter expressado meu ponto de vista.

Abração,
Maurício.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Eu tive que colocar esta matéria no blog, pois por como estou me formando muito cedo (21 anos), e por ter colegas em situação similar, reconheço que parte do que é falado na matéria se aplica a mim. Por fazer uma faculdade onde o turno é quase integral, meu tempo de experiência profissional foi reduzido, por falta de horário para trabalhar. </p>
<p>A parte da matéria que se aplica a mim é na ânsia do crescimento. Acredito que isso impulsiona as pessoas a fazerem um trabalho melhor, mas o que a matéria quer dizer é que isso está demasiadamente exagerado nesta geração.</p>
<p>Enfrentar o mercado é outra coisa. Existem pessoas que por estar nestas condições, não aguentam mesmo a pressão de ter um chefe cobrando por resultados, não sendo possível &#8216;dar uma curva&#8217;. E na minha opinião, essa é a linha tênue entre o jovem e a empresa, que deve ser trabalhada por ambas as partes. O jovem deve entender o seu papel, e saber que o mercado é duro, e que dependendo da empresa em que está suas idéias inovadoras não terão valor! Em contrapartida, a empresa pode começar a buscar novas formas de cobrar o jovem por resultados, e quando aplicável, ouvir suas idéias.</p>
<p>Como sempre surge esse papo de inovação, idéias e tudo mais, empresas que aproveitam o potencial do jovem, além do que exerce em sua vaga, acabam ganhando. Mas, não é em todos os lugares que existe espaço para isso, é isso que devemos ter em mente (jovens).</p>
<p>Espero ter expressado meu ponto de vista.</p>
<p>Abração,<br />
Maurício.</p>
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	<item>
		<title>Por: Adilson Aparecido Florentino</title>
		<link>http://www.bentow.com.br/2009/12/09/a-nova-geracao-y-muito-potencial-com-poucos-limites/comment-page-1/#comment-3016</link>
		<dc:creator>Adilson Aparecido Florentino</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 19:58:39 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, eu sou de uma geração anterior (nasci nos anos 70 !) mas convivo diariamente com jovens desta faixa-etária nas Instituições em que trabalho e concordo com o Rafael, nem todos se enquadram neste perfil. Entretanto, há uma parcela significativa de jovens com estes problemas e devemosaprender a lidar com eles e como ajuda-los a desenvolver seu potencial de forma positiva !

Abs,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, eu sou de uma geração anterior (nasci nos anos 70 !) mas convivo diariamente com jovens desta faixa-etária nas Instituições em que trabalho e concordo com o Rafael, nem todos se enquadram neste perfil. Entretanto, há uma parcela significativa de jovens com estes problemas e devemosaprender a lidar com eles e como ajuda-los a desenvolver seu potencial de forma positiva !</p>
<p>Abs,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Isquierdo</title>
		<link>http://www.bentow.com.br/2009/12/09/a-nova-geracao-y-muito-potencial-com-poucos-limites/comment-page-1/#comment-2999</link>
		<dc:creator>Rafael Isquierdo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:03:26 +0000</pubDate>
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		<description>Muito boa a materia Mauricio.
Eu só vou descordar de uma coisa. Não sei se vc concorda cmg mas, eles estão generalizando essa tal de Classe Y com todos os jovens nascidos entre os anos 80 e 90. Eu acho que não é bem por ai. Não foram todos os jovens que nasceram nesse periodo que foram paparicados em casa pelos pais, que fizeram as melhores universidade e só agora estão ingressando no mercado de trabalho. Eu nasci em 1990, e não sou assim. Trabalho desde os 16 anos e sei muito bem como é o mercado de trabalho e me sinto preparado para enfrenta-lo. Ainda posso não ter todas as qualificações exigidas pelo mercado, mas posso afirmar que quando tiver, estarei pronto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa a materia Mauricio.<br />
Eu só vou descordar de uma coisa. Não sei se vc concorda cmg mas, eles estão generalizando essa tal de Classe Y com todos os jovens nascidos entre os anos 80 e 90. Eu acho que não é bem por ai. Não foram todos os jovens que nasceram nesse periodo que foram paparicados em casa pelos pais, que fizeram as melhores universidade e só agora estão ingressando no mercado de trabalho. Eu nasci em 1990, e não sou assim. Trabalho desde os 16 anos e sei muito bem como é o mercado de trabalho e me sinto preparado para enfrenta-lo. Ainda posso não ter todas as qualificações exigidas pelo mercado, mas posso afirmar que quando tiver, estarei pronto.</p>
]]></content:encoded>
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