Arquivo da Categoria “BSCI”


Olá Pessoal,

Após um tempo de mudanças bruscas na vida, estou de volta para atualizar o blog. Agora, com uma notícia saindo do forno.

Para os que estavam acompanhando, saíram notícias não oficiais de que a trajetória de provas para conquistar o CCNP seria alterada. Hoje, ao verificar o forum do blog ccna, verifiquei que o prof. Adilson já estava up-to-date com a notícia.

Foram introduzidas novas provas para o CCNP, conforme a Cisco:

  1. 642-902 ROUTE: Disponível a partir de 10/Março/2010.
  2. 642-813 SWITCH Disponível a partir de 10/Março/2010.
  3. 642-832 TSHOOT Disponível a partir de 30/Abril/2010.

Agora, é possível obter o CCNP a partir de 3 provas (ou até em 2 se for feito o composite). As novas combinações possíveis para se certificar como CCNP são:

  1. BSCI ou ROUTE // BCMSN ou SWITCH // ISCW // ONT.
  2. COMPOSITE // ISCW // ONT.
  3. BSCI ou ROUTE // BCMSN ou SWITCH // TSHOOT.
  4. COMPOSITE // TSHOOT .

Vale ressaltar que todas as provas antigas do CCNP (BSCI, BCMSN, ISCW, ONT) podem ser feitas até o dai 31/Julho/2010, portanto após esta data vai ser possível atingir a certificação fazendo 3 provas. Deve-se notar que agora o preço pro prova não é mais U$ 150,00 e sim U$ 200,00.

O que a Cisco não comentou é do procedimento após o 31/julho. Esperamos que quem já tiver feito alguma prova possa ainda seguir alguma dessas 4 trajetórias.

Com esta mudança por vir, alterarei meu objetivo. Ao invés de fazer a ONT e ISCW, farei apenas a TSHOOT, direcionamento meu conhecimento para esta área de Troubleshooting. Outra curiosidade é que a Cisco vai abrir uma prova TSHOOT beta de 16/02 - 16/03 com custo de U$ 50,00 (os 150 primeiros a se inscrever não pagam) para os que quiserem ser cobaias. Esta prova terá a mesma validade que a TSHOOT, porém os resultados só serão publicados em 30/abril.

Vou iniciar minha busca por material para elaborar um plano de estudos na semana que vem para compartilhar com vocês.

Em breve trarei mais novidades para o blog. Neste final de semana é a minha colação de grau e formatura. Após esta semana, tudo vai se acalmar.

Um grande abraço pessoal,

Maurício.

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Olá pessoal,

No post anterior eu informei que havia passado na BSCI e me prontifiquei a detalhar um pouco mais da jornada que eu tive até a obtenção desta certificação.

Primeiro, meu resultado na BSCI foi:

Nota: 911 / 1000

Corte: 790

Questões: 61

Tempo: 2 horas.

ScoreCard:

  • Implement EIGRP operations: 88%
  • Implement multiarea OSPF operations: 80%
  • Describe Integrated IS-IS: 85%
  • Implement Cisco IOS routing features: 100%
  • Implement BGP for enterprise ISP connectivity: 90%
  • Implement multicast forwarding: 100%
  • Implement IPv6: 62%

Confirmo o que muitos dizem, a BSCI é difícil! Garanto a todos que se a minha preparação não fosse tão boa, não passaria na prova. Diferentemente da CCNA, a BSCI tem muito mais questões que faz você pensar. Na minha prova caiu todo o conteúdo estudado. Não lembro de nada que não caiu.

Os laboratórios que caíram em minha prova foram os seguintes:

  • Troubleshooting de uma configuração de Virtual-Link em OSPFv3;
  • Redistribution bidirecional de IS-IS e EIGRP;
  • Outro que não me recordo…

As questões foram das mais diversas, por isso ressalto a todos:

Estudem e Aprendam, pois se não fizerem isto (e tentar a sorte por braindumps) poderão não ser ótimos profissionais e não passarão na certificação, pois esta prova, especialmente,  é Hardcore!

Cada segundo da minha jornada de estudos valeu a pena, pois tudo me agregou conhecimento. Agora, falarei um pouco de como foi minha preparação.

Para a BSCI, não tinha feito nenhum plano de estudos - coisa que farei para a BCMSN para otimizar o tempo - mas  meu estudo foi de 24/03/2009 (um dia depois da aprovação do CCNA) até 30/05/2009 (2 dias antes de ser aprovado na BSCI) e seguiu da seguinte maneira:

  1. Assisti a todos os vídeos do CBT Nuggets, por Jeremy Cioara (disponível no HD do Blog).
  2. Fiz um overview do livro oficial da CiscoPress, por Brent Stewart (disponível no HD do Blog).
  3. Comecei a tentar praticar alguns laboratórios, mas vi que faltava alguma coisa.
  4. Li detalhadamente todo o livro do Brent Stewart, ao longo da leitura fui praticando laboratórios para cada um dos capítulos que passava.
  5. Após a conclusão do livro, iniciei minha longa jornada em laboratórios. Fiz laboratórios de tudo que caía na BSCI, muitas vezes misturando 2 ou 3 áreas de conhecimento para observar a convergência dos protocolos em  conjunto.
  6. Comecei a resolver questões de simulados para identificar meus pontos fracos.
  7. Identificado estes pontos fracos, reli o capítulo do livro, pratiquei com laboratórios deste tema e quando estava bastante seguro quanto ao conteúdo fiz um simuladão de toda esta área de conhecimento.
  8. Fiquei alternando entre os passos 6,7,8 até 1 semana antes do dia da prova.
  9. Nesta última semana relaxei, pois estava com a sensação que poderia ter feito uma semana antes. Mas, revisei o que não estava 100% seguro (Multicast) e 2 dias antes da prova encontrei um texto chamado BSCI QuickSheat que foi bastante interessante para ver todo o conteúdo da prova como um overview geral.
  10. Um dia antes da prova, relaxei e não vi nada do conteúdo nem de anotações.

Dicas Extras: Sempre mantenha um TXT de anotações! Quando você tiver uma dúvida coloque-a neste TXT. Quando você tiver uma informação que é nova para você anote-a no TXT. Desta maneira, você terá um arquivo compilado de informações e poderá acompanhar todo seu progresso, e se na evolução de seu estudo você tiver uma dúvida que diz respeito ao que você já estudou, você terá anotado no TXT.

Pessoal, por hora é isto. Espero poder ter contribuído bastante, e agora rumo a BCMSN. Nesta semana elaborarei um plano de estudos e estarei publicando no blog para você acompanharem.

Um forte abraço e sucesso a todos nós.

Maurício Bento Ghem

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Olá pessoal,

É com muito prazer que gostaria de comunicar que hoje (01/jun/2009) às 09:00 Passei na BSCI (642-901), uma das quatro provas que compõem o CCNP.

Como estou sem computador no meu curso, posteriormente farei um comentário mais extendido falando o que caiu, o que estudei e considerações gerais sobre a prova.

Próximo passo, BCMSN (Building Converged Cisco Multilayer Switched Networks), 642-812.

Um grande abraço e sucesso a todos nós,

Maurício Bento Ghem.

Rumo ao CCNP!

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Olá Pessoal,

Estudando Multicast para a BSCI me deparei com algumas questões que pedem por determinados endereços multicast associados com suas aplicações. Segue abaixo uma tabela sucinta dos endereços relevantes que eu tomei conhecimento ao longo de meus estudos, aliado com alguns requisitados nas questões de estudo.

224.0.0.1 All Systems on this Subnet
224.0.0.2 All Routers on this Subnet
224.0.0.5 OSPF All Routers
224.0.0.6 OSPF Designated Routers
224.0.0.9 RIP2 Routers
224.0.0.10 IGRP/EIGRP Routers
224.0.0.13 All PIM Routers
224.0.0.22 IGMP
224.0.1.1 NTP Network Time Protocol
224.0.1.39 cisco-rp-announce (PIM-SM)
224.0.1.40 cisco-rp-discovery (PIM-SM)

Referência:

- IANA, IPv4 Multicast Addresses <http://www.iana.org/assignments/multicast-addresses/>. Acesso em 23/maio/2009.

Um grande abraço e sucesso a todos.

Maurício Bento Ghem

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Olá Pessoal,

Quem acompanha os comentários no blog do Marco Filippetti deve ter notado que eu falei ter marcado a prova BSCI. Agora, estou tornando oficial:

Prova marcada para 1/junho/2009, 09:00.

Estou aprimorando meus conhecimentos até esta data para me sentir mais seguro para sua realização. Quando eu passar terei estudado 2 meses e 1 semana. Se seguir esta média até o final do ano será possível atingir minha meta de obter o CCNP até dezembro.

Muitos falam que a BSCI é a prova mais difícil, e eu ainda não sei hehehhe. Mas, o conteúdo é um pouco complicado no início, mas depois que você ‘pega a manha’, pratica e estuda os laboratórios você entende perfeitamente tudo o que estava escrito nos livros. Também, é possível que por roteamento ser minha área preferida no mundo de redes eu aprendi com prazer.

Se as próximas 3 provas tiverem conteúdos interessante como o da BSCI será um prazer estudar e APRENDER, para no fim obter o CCNP e comprovar o conhecimento sedimentado.

Desejem-me calma e serenidade para este dia, pois a sorte – acredito eu – é necessária apenas para quem não está preparado em sua totalidade.


Um abração,

Maurício Bento Ghem.

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Olá Pessoal,

Fiz este resumo sobre pontos mais importantes do IPv6 para ser didático, compreensível e objetivo. O nível de abrangência deste resumo ficaria num ponto intermediário entre as certificações CCNA e BSCI. Segue abaixo.

IPv6

- Foi adicionado diversas funcionalidades se comparado com o IPv4, tais como: 128 bits para endereçamento (IPv4 apenas 32), segurança (através de extension headers), técnicas para transição de IPv4 para IPv6, QOS embebbed (direto no  header), autoconfiguration (permite um host obter um endereço IP sem ter que rodar um DHCP na rede) e mobilidade IP.

- O endereço IPv6 possui 128 bits e é dividido em 8 ’sextetos’, cada um com 16 bits.

- O Header (incluindo IPs de origem e destino) possui 320 bits, sem as extensões - apresentado abaixo.

Header IPv6

- IPv6 não possui o campo checksum (e nem o realiza) por considerar que o controle de erros das camadas inferiores é confiável.

- IPv6 não usa broadcast, e sim multicast. Um broadcast poderia ser simulado enviando um multicast para o endereço All-nodes, escopo Link-local (FF02::1).

- Endereço de Loopback - ::1/128 (IPv4 = 127.0.0.1). Endereço default-route - ::0/0 (IPv4 = 0.0.0.0/0).

- EUI-64: formato derivado do MAC-address utilizado para se atribuir endereços Link-Local. É pego o MAC address (48 bits), inserido o número hexadecimal FFFE no meio dele e modificado os primeiros 2 bits (de 00 para 20), portanto o MAC 00eb.1234.3322 no formato EUI-64 ficaria: 02eb:12ff:fe34:3322. Enfim, agregando o prefixo para endereços Link-local teríamos: FE80::02eb:12ff:fe34:3322.

- Tipos de endereços IPv6:

  • Global Unicast: Identifica um host único na Internet. Serão atribuidos prefixos para cada organização (48 bits ou menos), como visto na figura. A IANA definiu o prefixo para estes prefixos como 2000::/3.Prefixo Global Unicast
  • Link-Local: Cada interface recebe um destes endereços. É utilizado para os dispositivos na mesma rede se comunicarem sem ter de utilizar o endereço Global Unicast. Utilizam o Prefixo FE80::/10 + o formato EUI-64.
  • Site-local. Endereço único dentro do escopo da organização, não roteável na Internet. Prefixo: FEC0::/10.

- Multicast: Identificado pelo prefixo FF00::/8. Os próximos 4 bits são flags, e os outros 4 próximos definem o escopo do Multicast (apresentados abaixo). Ao lado, é apresentado um esquema da abrangência dos escopos.

IPv6 - Escopo Multicast

  • 1 = Interface-local.
  • 2 = Link-local.
  • 5 = Site-local.
  • 8 = Organization-local.
  • E = Global.

- Anycast: Um endereço Global Unicast atribuido a mais de um dispositivo, definido-o como anycast. Tem como função rotear para o dispositivo anycast mais próximo. Veja abaixo.

Endereço Anycast demonstrado

- Hosts Ipv6 devem responder pelo menos nos seguintes endereços:

  • Global Unicast e Anycast (2000::/3)
  • Link-local (FE80::/10, por autoconfiguration
  • Loopback (::1/128)
  • All-nodes Multicast (FF01::1 e FF02::1)
  • Outro grupo multicast atribuido.

- Roteadores, além de responder neste endereços devem ainda responder em:

  • Endereço Anycast da subrede (endereço da subrede com o Interface ID - endereço do host - setado em 0)
  • All-routers Multicast (FF01::2, FF02::2, FF05::2)
  • Grupos de multicast definidos por protocolos de roteamento (se aplicável). EIGRP for IPv6: FF02::10, OSPFv3: FF02::5 (todos Routers) e FF02::6 (apenas DR e BDR).

- As principais formas de transição do IPv4 para IPv6 pode ser feita através do Dual Stack (rodar ambos IPv4 e IPv6 até não ter mais necessidade de IPv4) e Tunelamento (encapsular o pacote IPv6 dentro de um pacote IPv4 - figura). Para o tunelamento é previsto o prefixo 2002::/16.
Tunelamento IPv6

Referências

- CCNP BSCI Official Exam Certification Guide 4th edition, por Brent Stewart. CiscoPress

- CCNA 4.1 Guia Completo de Estudo, por Marco Filippetti. Visual Books

- CertProject, imagem do header IPv6.

Cisco IOS IPv6 Multicast Introduction - MT BOM.

RFC 3513 Internet Protocol Version 6 (IPv6) Addressing.

Gostaria de dedicar apoio especial a todos que estarão se certificando ao longo do mês de junho.

Um grande abraço,

Maurício Bento Ghem.

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Olá Pessoal,

Mais um laboratório interessantíssimo a nível de CCNP. Este laboratório é bastante simples, mas ilustra da melhor maneira um problema que todos nós Network Engineers teremos de enfrentar no futuro.

Como a Internet roda IPv4 será um grande desafio migrá-la para se utilizar IPv6 em todos seus pontos. Este laboratório é ilustrado o tunelamento GRE entre duas localidades utilizando como meio a Internet (R2 simulando uma rede IPv4).

Abaixo é apresentado a topologia da rede.

Laboratorio IPv6 - 6-to-4 Tunneling

A IOS utilizada é a c7200-advipservicesk9-mz.124-9.T.bin disponível no HD do blog. Seguem as mesmas recomendações para os laboratórios: usem e abusem de comandos show e debug, modifiquem o laboratório e o utilizem para estudar e APRENDER.

Abaixo, é apresentado o link para download.

Laboratório IPv6 - 6-to-4 Tunneling (atualizado)

Um forte abraço,

Maurício Bentow.

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Olá pessoal,

Estando na fase final de preparação para a BSCI fiz um resumo mais sucinto dos protocolos de roteamento que fazem parte do escopo desta prova. Este resumo visa diferenciar diversos detalhes que são cobrados na BSCI, tais como: métrica padrão quando uma rota é redistribuida, terminologia e muitos outros aspectos. Os protocolos de roteamento cobrado no exame são:

EIGRP

- OSPF multiarea

- Integrated IS-IS

- BGP in a non-Transit AS.

Foi criada uma tabela no excel que foi convertida para uma figura. Esta é apresentada um pouco menor abaixo. Clique na figura para obtê-la na íntegra.

EIGRP - OSPF - ISIS - BGP. Resumo

Um abração pessoal,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Este laboratório engloba diversas áreas de conhecimento de roteamento. A configuração base é apresentada na figura abaixo.

Topologia do Laboratório EIGRP - Queries e DHCP-relay

Neste lab o roteador R2 atua como servidor DHCP para sua própria rede para rede de R3 que utiliza o comando ip helper-address para utilizar o pool configurado em R2.

O objetivo deste lab, além de entender a configuração DHCP é poder derrubar links e observar a topology table para ver as rotas passando para o estado ativo, ou seja, buscando um caminho alternativo para a rota que caiu.

Note que como no Dynamips não é possível adicionar Hosts, foram adicionados roteadores só que sem a função de roteamento. Isto foi possível por meio do comando no ip routing.

No mais, sigam as recomendações de sempre: comandos show e debug e personalizar os labs para entender e aprender. Foi utilizado roteadores 3600 e a IOS está disponível no HD do blog. Não esqueçam de modificar os caminhos no arquivo .net.

Segue abaixo o link para download.

Laboratório EIGRP - Prática de Queries e Dhcp-Relay

Um abração pessoal,

Maurício.


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Olá Pessoal,

 

Uma parte bastante complexa do protocolo BGP é a comunicação dentro do sistema autônomo, ou seja, quando ele roda como IBGP (interior). Diversas regras do BGP se alteram quando a comunicação e troca de rotas ocorrem dentro do sistema autônomo, sendo que a topologia deve ser bem planejada para configurar os roteadores da maneira adequada.

Este laboratório é focado na comunicação IBGP, e para o tornar mais interessante, os routers não estão na disposição full-meshed. Deve-se ter em mente que as rotas aprendidas pelo IBGP não são anunciadas para outros IBGP peers, por isso a disposição full-mesh é muito utilizada. Quando não é possível é introduzido um route-reflector.

Um route-reflector nada mais é que um roteador que replica sua tabela BGP para seus peers configurados.

Segue abaixo a topologia.

Topologia - Laboratorio Bgp - IBGP peers

As recomendações padrão: usar e abusar de comandos show e debug, entender o funcionamento e trocas de rotas e APRENDER com o laboratório. Foram utilizadas as IOS c3620-is-mz.123-15 e c7200-ik9o3s-mz.123-22 ambas disponíveis no HD do blog. Os arquivos TXT incluídos possuem as configurações inicias do laboratório sendo que o laboratório (.NET) já possui as configurações finais com tudo funcionando. Segue abaixo o link para download.

Laboratório BGP - IBGP Peers

 

Um forte abraço para todos e boa semana.

Maurício.

PS: Para os que têm problemas com inglês entrem em contato comigo que traduzo para português. Os comentários feitos por mim estão sendo feitos em inglês devido a prática, material de estudo e prova serem tudo nesta língua, portanto, vamos se puxar galera. Outro abraço.


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