Arquivo da Categoria “Laboratórios”

Arquivos de laboratório.

Olá Pessoal,

Esta dica foi para fechar com chave de ouro o ano, descoberta pelo Deco, do forum ccna.

A empresa Opengear em parceria com a comunidade Packetlife.net está disponibilizando desde 12/novembro/2009, o acesso gratuito a um laboratório completo com equipamentos Cisco reais. E não é qualquer laboratóriozinho, o acesso console é permitido a switches, switches L3, ASA e roteadores!

Este laboratório possui dois blocos iguais que contemplam os seguintes equipamentos.

  • 2x Cisco ASA 5505 - FW1 e FW2
  • 2x Cisco 2811 (2xWIC-2T) - R1 e R2
  • 2x Cisco 1841 (1xWIC-2T) - R3 e R4
  • 2x Cisco 1841 (1xWIC-2T) - R5 e R6
  • 1x Juniper J2300 - R7
  • 1x TBD - R8
  • 2x Cisco Catalyst 3550-24 - S1 e S2
  • 2x Cisco Catalyst 3550-24 (Inline Power) - S3 e S4
As topologias possíveis são apresentadas abaixo.
Topologia Ethernet do PacketLife Lab
Topologia Serial do PacketLife Lab

Para se fazer a reserva, deve-se entrar na parte do lab no site da comunidade , e clicar em Lab Schedule. Neste ponto, é possível verificar as reservas que já foram feitas para utilização dos laboratórios. Você pode reservar qualquer dia e horário (desde que livre), por períodos que variam de 1 - 8 horas! É o máximo!!!!

Eu já reservei para a próxima terça-feira a tarde, após a utilização eu atualizo com o Review.

Review:

Para mais informações de como foi feito o Lab, acesse este link.

Um grande abraço,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Estudando para a BCMSN reparei numa pergunta com uma resposta errada de um simulado e resolvi tirar a prova disso.

Em resumo, a pergunta era:

- É possível que dois hosts na mesma sub-rede e em VLANs diferentes se comuniquem sem o intermédio de um roteador?

Eu vos digo, é possível. Isto ocorre devido a uma configuração não tão convencional.

Abaixo, apresento uma imagem da topologia, das configurações, e, subseqüentemente o arquivo do Packet Tracer.

1o Desafio CCNA

Download do arquivo Packet Tracer do 1o Desafio CCNA - Ping entre 2 Vlans diferentes

Gostaria que vocês comentassem o porque isso aconteceu.

No final da semana explico.

Um grande abraço,

Maurício Bento Ghem.

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Olá Pessoal,

Partindo para mais um tópico da série configuração explicada, agora configuraremos as private-VLANs.

Este conceito é bastante interessante, e fico me perguntando se é utilizado por provedores de Internet para não deixar todos os clientes numa mesma rede interna (veja no Fórum CCNA).

Prosseguindo, segue abaixo a breve explicação do que são private-VLANs e seu funcionamento.

O que é são Private-Vlans? São VLANs especiais em que não é permitida a comunicação entre dispositivos numa mesma VLAN. Para isso, utiliza uma VLAN primária e uma secundária, sendo que na secundária é definido o tipo da VLAN.

Como funciona? É configurado uma VLAN primária e secundária, e definido o modo de operação da porta do switch.

Existem dois tipos de private-VLANs:

  • Isolated: dispositivos podem acessar a VLAN primária, mas não podem acessar nenhuma outra VLAN secundária, nem mesmo dispositivos na mesma VLAN. Este tipo poderia ser empregado num provedor de Internet.
  • Community: dispositivos podem acessar a VLAN primária, mas não podem acessar nenhuma outra VLAN secundária. Este tipo de VLAN permite a comunicação entre dispositivos na mesma VLAN. Este tipo poderia ser empregado num server farm de um mesmo clientes.

As portas do switch operam em dois modos:

  • Host: esta porta comunica-se apenas com portas na mesma community VLAN ou portas no modo promiscuous. Nesta porta que serão conectados hosts (como o nome ilustra).
  • Promiscuous: esta porta comunica-se com todo mundo, por isso este nome. Nesta porta não aplica-se as regras das private-VLANs.

Agora, segue a configuração comentada.

Private VLANs Configuration

Um grande abraço,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Segurança é um aspecto crítico na rede. Este tópico tem como objetivo mostrar a configuração básica e funcional do protocolo 802.1x, que existe para não permitir que qualquer usuário que veja um ponto de rede possa estar dentro dela.

Abaixo, segue um pequeno resumo deste protocolo. Mais detalhes podem ser encontrados neste link.

O que é o 802.1x? Um protocolo para autenticação port-based, utilizado entre um host e um servidor de autenticação (Radius), sendo que o switch atua como proxy.

Como funciona? A porta do switch começa no estado não-autorizado. Quando um usuário fica online, é requisitada a autenticação 802.1x (necessita de um software ou semelhante por parte do usuário). O switch passa a autenticação para o servidor radius. Se não for possível a autenticação, a porta fica no estado não-autorizado e não permite tráfego do usuário. Mesmo estando neste estado a porta permite trafegar: EAPOL (EAP-over-LAN), CDP e STP.

Como não possuo equipamentos reais para testar, e o Dynamips possui limitações, fiz uma tabela com cada um dos comandos necessários para esta configuração, bem como a explicação do efeito de cada um.

Configuração 802.1x port-based.

Um grande abraço,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Este post é dedicado a todos que, como eu, estão estudando para a prova BCMSN e tem um grande problema em mãos. Como praticar para esta prova (sem gastar com equipamentos)?

Encontrei uma solução que mesmo não sendo o estudando (nós) que digitamos os comandos, os resultados produzidos por eles são bem explicados.

Começarei desde o início… Antes de começar a estudar para o CCNP, baixei todo material que encontrei para todas as provas. Agora, ao revisar este material, encontrei o livro:

CCNP BCMSN - Portable Command Guide, por Scott Empson

CCNP BCMSN - Portable Command Guide, por Scott Empson

Este livro apresenta um passo-a-passo comentado de todas configurações realizadas para os mais diversos cenários. É uma solução que não elimina a necessidade de praticar e fazer o troubleshooting, mas aproxima aluno do ambiente prático. Através deste livro, descobri que o Dynamips suporta o VTP (VLAN Trunking Protocol) através do modo deprecated Vlan Database.

Na minha opinião, a única carência neste livro é a falta do resultado dos comandos show e debug. Mas, aliando o Dynamips com este guia, o seu nível prático de estudo para a certificação será melhorado consideravelmente.

Abaixo, apresento uma topologia contida no livro na qual sua configuração é detalhada por completo.

Topologia do Livro BCMSN Command Line Guide.

Este livro eu encontrei pela primeira vez no HD do blog do Marco Filippetti, mas disponibilizei no HD do Blog como um mirror, na pasta Livros.

Um grande abraço pessoal,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Dando continuidade a meus estudos sobre protocolos que permitam a alta disponibilidade, fiz um laboratório com o protocolo HSRP (Hot standby Router Protocol). Além de todos os aspectos comentados sobre este protocolo no post sobre Resumo de Protocolos de Alta Disponibilidade, este laboratório contempla ainda: interface tracking, preempting, mudança nos timers.

A configuração do HSRP é bastante simples, mas são necessários alguns comandos a mais para executar a contento. Abaixo, seguem os passos utilizados para a configuração do gateway principal, o R0 no diagrama.

  1. standby 1 ip 192.168.1.1 - Este comando define o endereço IP de standby, o endereço virtual.
  2. standby 1 priority 200 - Como este roteador será o gateway principal, a prioridade é elevada (default é 100).
  3. standby 1 timers 1 4 - Queremos que a convergência seja mais rápida quando ocorrer uma falha, por isso reduzimos os hello e dead timers (default é 3 / 10).
  4. standby 1 track FastEthernet0/0 60 - Com este comando, ativamos o interface tracking. Se a interface FastEthernet 0/0 for para o estado down, a prioridade deste roteador é reduzida em 60, fazendo com que o roteador R1, configurado com prioridade 150 e preempting, assuma o papel de gateway.
  5. standby 1 preempt delay minimum 10 reload 30 - Este último comando é bastante interessante. Se a interface FastEthernet 0/0 for para down ou o roteador ser desligado, quando algum dos dois voltar, a priorirdade será 200 e o roteador como está configurado com o preempting ele assumirá o papel de ativo, tornando-se o gateway. Mas, foram passados parametros para que quando ele tiver a prioridade mais alta (em seu retorno) ele espere um mínimo de 10 segundos para assumir como gateway, e 30 segundos se ele tiver sido reiniciado. Desta maneira, informações de protocolos de roteamento podem ser reaprendidas antes mesmo dele assumir o papel de gateway na rede.

A topologia utilizada para o laboratório é a seguinte (ressalto que o PC1 foi utilizado um roteador configurado com no ip routing).
Topologia - Laboratório HSRP

Na figura abaixo, é possível verificar o momento em que ocorre a mudança de gateway. Foi dado o comando shutdown na interface F0/0 de R0, o tracking entrou em funcionamento reduzindo a prioridade para 140, R1 como está configurado para preempt, verificou que sua prioridade é maior, então assumiu o papel do gateway. Com os timers alterados, foram perdidos apenas 3 pacotes icmps nesta mudança.

HSRP Convergency.

Os roteadores utilizam a IOS c3620-os-mz.123-15, disponível no HD do blog. A configuração final está salva na NVRAM, se você quiser configurar do zero, os arquivos txt contêm a configuração básica, como IP e senhas. Segue o link para download do laboratório.

Laboratório HSRP - Alta disponibilidade com tracking de interfaces e modificação de timers

Desejo a todos um ótimo final de semana.

Um grande abraço,

Maurício Bento Ghem.

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Olá pessoal,

Conforme progredi em meus estudos, decidi testar alguns comandos no Dynamips para ver o que ele suporta de fato, ao utilizar o módulo NM-16ESW que permite ao roteador exercer funções de switch.

Este módulo é utilizado, pois o Dynamips não suporta IOSs de Switches, apenas de roteadores. Então, o workaround que se faz é conectar um módulo que permite funções de switching :D.

Enquanto escrevo este post, estou finalizando a leitura da segunda etapa do livro oficial Cisco Press, descrito na minha metodologia de estudos. Neste momento, tomei a liberdade de começar a testar diversos comandos, mesmo os que eu ainda não vi, para ver até onde é possível praticar e aprender com o Dynamips para a BCMSN.

Percebi que os comandos suportados são os mesmos que o módulo descrito anteriormente suporta. Os conceitos que pude verificar numa análise superficial são: spanning-tree (faltam PVST, PVST+ e outros), bpduguard, voice VLANs, errdisable (para alguns atributos) e etherchannel. Ressalto que não estudei por completo a parte de L3-switching e muito mais.

Por fim, gostaria de deixar a tabela disponibilizada no link abaixo que apresenta as features suportadas por este módulo.

http://www.cisco.com/en/US/prod/collateral/routers/ps259/product_data_sheet09186a00801aca3e.html

Modulo NM-16ESW

Um grande abraço,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Ao longo de meus estudos para a Certificação CCNA, tive muitas facilidades em relação à parte prática. Como fiz o curso Cisco Netacad de 2002 até 2004 com professores muito bons pude praticar bastante todo tipo de configuração, troubleshooting e muito mais. Tudo isso com dispositivos reais.

O que vejo em alguns roteiros de estudos de pessoas que estudam por contra própria é certa carência de prática no período intermediário de estudo. Ao meu ver, isso acontece devido à dificuldade em montar cenários e criar configurações do zero.

Neste post, quero disponibilizar a todos um ‘pacotão’ de laboratórios para o Packet Tracer que aborda diversos conceitos por meio de topologias variadas. Mas, o melhor de tudo é que o laboratório já lhe guia através de seus objetivos de configuração e/ou troubleshooting. Quando você finalizar a configuração clique em Check Results para verificar a score e obter um feedback de sua configuração.

Abaixo é apresentada a tela da topologia e de objetivo.
Pacotão de Laboratórios - Tela de Objetivos

Este pacotão possui diversos laboratórios, mas os que foram utilizado por mim estão disponíveis no primeiro link, da pasta PT3.2Saves. No segundo link, estão disponíveis outros laboratórios. Alguns, além de possuir o arquivo base contêm as respostas feitas por mim.

O arquivo que possui todo o passo-a-passo a ser aberto é o que possui a extensão PKA.

Seguem os links para download:

Pacotão de Laboratórios Passo-a-passo para CCNA PT3.2Saves

Pacotão de Laboratórios Passo-a-passo para CCNA Outros

Qualquer dúvida entre em contato.

Um grande abraço e sucesso a todos!

Maurício Bentow Ghem.

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Olá Pessoal,

Mais um laboratório interessantíssimo a nível de CCNP. Este laboratório é bastante simples, mas ilustra da melhor maneira um problema que todos nós Network Engineers teremos de enfrentar no futuro.

Como a Internet roda IPv4 será um grande desafio migrá-la para se utilizar IPv6 em todos seus pontos. Este laboratório é ilustrado o tunelamento GRE entre duas localidades utilizando como meio a Internet (R2 simulando uma rede IPv4).

Abaixo é apresentado a topologia da rede.

Laboratorio IPv6 - 6-to-4 Tunneling

A IOS utilizada é a c7200-advipservicesk9-mz.124-9.T.bin disponível no HD do blog. Seguem as mesmas recomendações para os laboratórios: usem e abusem de comandos show e debug, modifiquem o laboratório e o utilizem para estudar e APRENDER.

Abaixo, é apresentado o link para download.

Laboratório IPv6 - 6-to-4 Tunneling (atualizado)

Um forte abraço,

Maurício Bentow.

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Olá Pessoal,

Este laboratório engloba diversas áreas de conhecimento de roteamento. A configuração base é apresentada na figura abaixo.

Topologia do Laboratório EIGRP - Queries e DHCP-relay

Neste lab o roteador R2 atua como servidor DHCP para sua própria rede para rede de R3 que utiliza o comando ip helper-address para utilizar o pool configurado em R2.

O objetivo deste lab, além de entender a configuração DHCP é poder derrubar links e observar a topology table para ver as rotas passando para o estado ativo, ou seja, buscando um caminho alternativo para a rota que caiu.

Note que como no Dynamips não é possível adicionar Hosts, foram adicionados roteadores só que sem a função de roteamento. Isto foi possível por meio do comando no ip routing.

No mais, sigam as recomendações de sempre: comandos show e debug e personalizar os labs para entender e aprender. Foi utilizado roteadores 3600 e a IOS está disponível no HD do blog. Não esqueçam de modificar os caminhos no arquivo .net.

Segue abaixo o link para download.

Laboratório EIGRP - Prática de Queries e Dhcp-Relay

Um abração pessoal,

Maurício.


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Olá Pessoal,

 

Uma parte bastante complexa do protocolo BGP é a comunicação dentro do sistema autônomo, ou seja, quando ele roda como IBGP (interior). Diversas regras do BGP se alteram quando a comunicação e troca de rotas ocorrem dentro do sistema autônomo, sendo que a topologia deve ser bem planejada para configurar os roteadores da maneira adequada.

Este laboratório é focado na comunicação IBGP, e para o tornar mais interessante, os routers não estão na disposição full-meshed. Deve-se ter em mente que as rotas aprendidas pelo IBGP não são anunciadas para outros IBGP peers, por isso a disposição full-mesh é muito utilizada. Quando não é possível é introduzido um route-reflector.

Um route-reflector nada mais é que um roteador que replica sua tabela BGP para seus peers configurados.

Segue abaixo a topologia.

Topologia - Laboratorio Bgp - IBGP peers

As recomendações padrão: usar e abusar de comandos show e debug, entender o funcionamento e trocas de rotas e APRENDER com o laboratório. Foram utilizadas as IOS c3620-is-mz.123-15 e c7200-ik9o3s-mz.123-22 ambas disponíveis no HD do blog. Os arquivos TXT incluídos possuem as configurações inicias do laboratório sendo que o laboratório (.NET) já possui as configurações finais com tudo funcionando. Segue abaixo o link para download.

Laboratório BGP - IBGP Peers

 

Um forte abraço para todos e boa semana.

Maurício.

PS: Para os que têm problemas com inglês entrem em contato comigo que traduzo para português. Os comentários feitos por mim estão sendo feitos em inglês devido a prática, material de estudo e prova serem tudo nesta língua, portanto, vamos se puxar galera. Outro abraço.


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Olá Pessoal,

É com muito orgulho que vos apresento um laboratório muito interessante, seguindo o título original do Lab:

Laboratório OSPF e IS-IS com redistribution bidirecional e NSSA area com default-route, ilustrado abaixo.

Topologia - Laboratorio OSPF e ISIS com redirecionamento bidirecional

Com este lab foi possível adquirir inúmeros conhecimentos, principalmente de redistribuição de rotas entre protocolos.

Após bastante tempo tentando implementar a maneira ótima para a redistribuição, ou seja, redistribuir apenas as summary routes (foi utilizado endereçamento hierárquico), finalmente consegui e lhes disponibilizo o laboratório. Reparem que foi utilizada uma área NSSA (not-so-stubby area) do OSPF para complicar um pouco mais a situação.

Como todos os laboratórios publicados por mim, corrijam os caminhos no arquivo .net e peguem as IOS correspondentes no HD do blog, pasta IOS. Lembrem-se de que para realizar o laboratório desde o início, ou seja, configurar cada um dos dispositivos eu disponibilizo a configuração base nos arquivos TXT, sendo que a configuração final está nos arquivos .cfg, na subpasta.

Também, seguem as mesmas recomendações de aprendizado. Usem e abusem de comandos show e debug, modifiquem as configurações, derrubem os links para verificar a convergência. Utilizem este Lab para aprender.

Segue abaixo o link para download do laboratório:

Laboratorio OSPF e ISIS com Redistribution bidirecional

Qualquer dúvida, sintam-se a vontade para entrar em contato comigo.

Um abração pessoal,

Maurício Bento Ghem.

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Laboratorio IS-IS MultiareaOlá Pessoal,

Seguindo meus estudos para a BSCI, a primeira das quatro provas do CCNP, apresento-lhes um laboratório que fiz para entender o funcionamento do protocolo Integrated IS-IS.

Este protocolo numa primeira instância parece ser complicado, mas não há nada disso. A diferença é que ele se baseia no endereçamento OSI e não IP em suas origens. Outra vantagem é que ele roda na camada de Enlace.

O laboratório baseia-se numa configuração multi-area que utiliza três dispositivos Level 1-2 e outros três Level 1 para roteamento interno das áreas. A topologia é feita sob uma rede Frame-relay multiponto como é visto na figura.

Foi utilizada a IOS c7200-ik9o3s-mz.123-22.bin disponível do HD do blog pasta IOS.

Relembro que deve-se modificar os paths das IOS no arquivo .net incluso. Também, ressalto que a configuração na NVRAM dos routers é a completa após êxito do laboratório. Se você deseja iniciar uma nova configuração utilize os TXTs como configuração base.

Abaixo segue o link para download:

Laboratorio IS-IS Multiarea com Framerelay

Um abração pessoal,

Maurício Bento Ghem.

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Olá Pessoal,

Como estou estudando para BSCI fiz um grande resumão de cada um dos protocolos de roteamento para IPv4.

Um detalhe que deve-se observar é que este resumão foi feito em inglês (:S). Acreditem pessoal, eu consigo pensar melhor em inglês atualmente, especialmente para o estudo. Como o resumo é apresentado em tópicos é interessante para todos.

Para os que estão estudando para a CCNA é interessante dar uma breve olhada para ver o que tem por aí e aproveitar alguns tópicos que são escopo da certificação.

Um abração,

Maurício.

Segue abaixo:

Big Resume

EIGRP:
- Cisco proprietary and distance vector protocol (hybrid).
- Incremental updates.
- Uses Dual and crazy metric with K-values (1,3, Bw e DLY default)
- Establishes neighbors and mainting 3 tables (neighbor, topology, routing table).
- Neighbors must match: authentication, subnet, k-values, hello and dead timers.
- Only protocol that supports unequal cost load-balancing and backup routes (Feasible sucessor).
- If FS > AD the router can be a Feasible Sucessor.
- If there isn’t a feasible sucessor the router sends queryes for its neighbors asking for the route.
- Stuck-in-Active (SIA) is when a network is so big that it searches through it. To solve, router stub or summarization.
- Support ip summary address eigrp in the interface for summarizing the networks.
- Support keychain MD5 and plaintext authentication per interface.
- Support percentage of bandwidth usage, very used in PVC links.
- If you redistribute into EIGRP and don’t set a default-metric the route don’t to go to the routing table, because metric = infinite.»Continuar lendo Resumo de Protocolos de Roteamento - EIGRP + OSPF + ISIS + BGP

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Olá Pessoal,

Após uma série de problemas técnicos enfrentados e agora 100%, com mais largura de banda para o site e redundância, gostaria de contribuir uma compilação de laboratórios para a prática visando a Certificação CCNA.

Os laboratórios abaixo já foram postados no blog. Foi feita uma compilação para agrupar num post todos que foram criados para a CCNA e foram feitos para o Packet Tracer, possibilitando reproduzí-los com apenas um duplo clique no arquivo do PT.

Seguem abaixo:

Laboratório Ripv2 - Configuração e prática de comandos.
Laboratório EIGRP - Sucessor, FS e Topology table.
Laboratório OSPF - Convergência DR & BDR.
Laboratório STP (Spanning Tree) - Convergência.
Laboratório Frame Relay - Configuração, prática e aprendizado de comandos.
Laboratório VLAN Trunking - Configuração e identificação de Trunking.

Vale lembrar no blog estão disponíveis outros laboratórios, mas focados na certificação de nível profissional da cisco, CCNP.

Espero que tenha sido de grande utilidade e me ponho a disposição para responder a quaisquer dúvidas.

Um abração,

Maurício.

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Laboratorio Ipv6 Ospfv3 7200Olá Pessoal,

O tema abordado na BSCI é roteamento e é expandido incluindo a nova versão do protocolo IP, o IPv6. Esse novo protocolo proporcionará muitas dezenas de IPs a mais se comparado com o IPv4, utilizado atualmente.

O IPv6 para muitos (inclusive eu) é muito obscuro e complicado, mas se você estudar com calma atenção e praticar bastante através de laboratórios você entenderá seu funcionamento, inclusive estes endereços gigantes.

O laboratório que estou disponibilizando eu fiz para praticar o endereçamento, sumarização e o funcionamento com o OSPFv3 (OSPF para o IPv6).

»Continuar lendo Laborátorio IPv6 e OSPFv3

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Laboratório Multicast PIM Dense e Sparse Mode

Olá Pessoal,

O blog seguindo o fluxo do autor está, também, adquirindo material para a certificação CCNP. Ontem, prosseguindo com o estudo finalizei meu estudo sobre Multicast e agora comecei na parte de IPv6.

Quero contribuir com um laboratório que me auxiliou no entendimento do protocolo PIM (Protocol Indepentent Multicast) que é o protocolo utilizado na BSCI para criar as tabelas de roteamento multicast.

»Continuar lendo Laboratório Multicast - PIM

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Topologia do laboratório de configuração do Ripv2

Olá pessoal,

Fazia algum tempo que eu não colocava nenhum post a respeito da CCNA devido ao meu estudo para o próximo passo, o CCNP.

Este laboratório visa a configuração de diversos fatores do RipV2, como: passive-interfaces, no auto-summary e roteamento.

»Continuar lendo Laboratório Ripv2

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Olá pessoal,

Comunicando o empenho, estou criando a topologia do meu primeiro laboratório em Dynamips (GNS3). Disponibilizo-a abaixo, pois é um modelo muito bom para se trabalhar várias questões do OSPF multiárea.

Lembro a todos para modificar o arquivo .net para encontrado o caminho correto das IOS utilizadas. Neste Lab, foram utilizados roteadores 3620.

Para quem não sabe, OSPF multi-área é conteúdo da prova BSCI do CCNP.

Para todos que podem estar ficando preocupados em aparecer apenas conteúdos da prova CCNP, relaxem. Continuarei postando dicas, manuais e labs neste blog CCNA para auxiliar todos que têm o mesmo objetivo que eu, certificar-se com a Cisco. Agora, subindo cada vez mais e mais.

Laboratório OSPF Multi-area do Dynamips.

Modelo de Laboratório OSPF MultiArea

Um abração,

Maurício.

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Olá Pessoal,

Agora que sou certificado CCNA, vamos partir para a próxima.

Esta dica vai para todos que, como eu, estão rumo a certificação CCNP (ou acima), ou ainda estão de saco cheio do Packet Tracer da Cisco.

Consiste na instalação e o set-up do pacotão GNS3 que já instala o Dynamips e o Dynagen para simular um roteador real Cisco. Segue imagem abaixo:

GNS3 (Dynamips e Dynagen) em pleno funcionamento

Iniciando este tutorial GNS3

  1. Efetue o download do pacotão do GNS3. Neste pacote esta incluso tudo que será necessário para rodar o simulador. Disponível em: http://www.gns3.net/download.
  2. Faça o download de IOS que serão utilizadas para emular o roteador Cisco correspondente. Neste caso, foi utilizado as séries 2600, 3600 e 7200. IOS disponíveis, por sua conta e risco, em: http://www.4shared.com/dir/7179596/e3a488a5/sharing.html
  3. A instalação é feita como qualquer aplicativo Windows, next -> next -> Finish.
  4. Execute o aplicativo.
  5. Dentro dele, deve-se incluir as IOSs. Acesso o menu Edit -> IOS Images and Supervisors, nesta tela, deve-se apontar o caminho para o IOS e definir o modelo do roteador. Faça este passo para todas IOS que desejar.
  6. Crie a topologia desejada e aperte o botão play para iniciar todos dispositivos.
  7. Para conectar em cada um deles, clique com o botão direito do mouse e entre em Console.
  8. No meu caso, eu prefiro utilizar o Putty para gerenciar o console. Então, entre no menu Edit -> Preferences, na aba General modifique a linha start telnet %h %p por:

    start d:\[localdoputty]\putty.exe -telnet %h %p

Espero que este tutorial ajude você a criar um cenário inicial com o Dynamips. Abaixo, estão alguns links interessantes que demonstram muitos passos apresentados aqui através de vídeos.

http://www.blindhog.net/gns3-how-to-build-an-internet-lab/

http://www.blindhog.net/tutorials/gns3-putty-console.htm

http://www.blindhog.net/gns3-installation-tutorial-for-linux/

Um abração pessoal,

Maurício.

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